Arquivo da categoria ‘Seitas e Heresias’

  1. Arquimedes Nganga sonhava em ser um grande jogador do Manchester United.
  1. Arquimedes Nganga sonhava em ser um grande jogador do Manchester United.
    Arquimedes Nganga domina a bola na entrada da área. Os 76 mil espectadores em Old Trafford ficam de pé na expectativa do gol. O meia invade a área e acerta o ângulo. A torcida explode. É a glória…

    O que está descrito acima jamais aconteceu. Mas o sujeito em questão garante que poderia ter sido verdade. O ex-jogador da Terceira Divisão (é… Terceira Divisão) de Portugal está processando a Igreja Batista do país em R$ 30 milhões. Alega que os 19 anos como religioso fervoroso arruinaram suas chances de jogar pelo Manchester United.

    Hoje morando em Londres, Nganga está com 46 anos. A conta é simples. Ele acredita que  “facilmente” teria recebido R$ 60 mil por semana (mesmo jamais tendo embolsado mais de R$ 600 nos tempos de jogador) na Premier League. “Abandonei o futebol para seguir a igreja aos 25. Poderia ter tido longa carreira. Vejo hoje muita gente,  que não é melhor do que eu era, ganhando fortunas. Os meias hoje são defensivos ou ofensivos. Eu era diferente. Fazia as duas coisas”, jura.

    Como no caso de Arquimedes, muitos são os jovens “forçados” por “doutrinas” e regimentos internos (RI, como chamam), que são PROIBIDOS literalmente de praticar qualquer tipo de esporte, por determinação da seita religiosa, que chama tal atitude de “PECADO”… Em virtude disso, são inúmeros os casos de jovens frustrados, que além de perderem oportunidades na vida, são ausentados de suas atividades sociais e até mesmo saudáveis (dado o pressuposto que o esporte faz bem à saúde).
    Não são diferentes os casos de adultos, que decidiram por seguir tais normas, após 20 anos ouvem a famosa frase “HOJE JÁ NÃO É MAIS PECADO JOGAR BOLA….” e acabam por também se decepcionar com a religião, que quando praticada pela vertente do FANATISMO e da FALSA INTERPRETAÇÃO SEM INTELIGÊNCIA OU RAZÃO LÓGICA, cria pessoas encarceradas e manipuladas por seus líderes.
    Aprendamos com essa lição, e longe de abandonarmos nossa fé no CRIADOR, sigamos nossa jornada com RACIONALIDADE.
    Comentários por Por Prof. Ricardo Alves

Expostos a rituais perigosos, fiéis imitam cachorros e se comportam como bêbados

Do R7, com Domingo Espetacular

Conhecido como “cair no espírito”, o culto que atrai cada vez mais seguidores no Brasil e no mundo, chama a atenção por expor seus seguidores a rituais perigosos e intrigantes. Comandados por um líder religioso, os fiéis ficam imóveis, caem e se debatem, em transe, no chão; muitas vezes, todos ao mesmo tempo.

Em conversa exclusiva com a repórter Heloísa Vilela, doDomingo Espetacular (Record), um dos fundadores do movimento, Paul Gold, arrependido, revela que as práticas vão contra às Escrituras Sagradas.

– Em dois anos, cerca de dois milhões de pessoas do mundo todo visitavam a Igreja do Aeroporto de Toronto, pra receber esse espírito, essas manifestações e essa “bênção”. Hoje eu diria que isso é uma coisa um tanto quanto macabra.

Paul conta com detalhes como surgiu o movimento. Ele comandava as orações e os rituais do ‘cai-cai’. Era um dos principais nomes da igreja, mas durante um culto, percebeu que existia algo de errado naquilo tudo. Ele conta que as pessoas imitavam cachorros e comportavam-se como bêbados.

– Hoje eu acredito que esse espírito é um espírito falso, um espírito enganador e não o espírito sagrado das Escrituras.

Gold diz que estava em transe quando veio um pensamento de que aquilo era errado.

– Na mesma hora, meu coração se convenceu e na mesma hora eu pedi ao Senhor Jesus para me perdoar, por ter sido tão tolo, tão ridículo.

Gold decidiu então se desligar da igreja e escreveu uma carta que afirma “o diabo usa o ‘cair no espírito’ para cegar as pessoas, o movimento viola as Escrituras Sagradas”. O pastor acabou ficando doente. Foi então que percebeu o quanto havia se enganado.

– O Espírito Santo, o próprio nome já diz, é santo. Ele nunca vai encorajar as pessoas a fazer algo que não seja sagrado. As pessoas, a humanidade foi feita à imagem de Deus, por que Deus depreciaria a humanidade fazendo as pessoas parecerem animais?

À repórter Heloisa Vilela, o fundador do movimento do ‘cai-cai’ mandou um recado aos brasileiros.

– Por favor, pastores, não adotem isso. Não pensem que é uma coisa boa. Isso não é de Deus. Isso é um esquema do diabo. E isso vai trazer destruição aos homens, mulheres e crianças que abraçarem isso.

Para o neurologista Marcelo Sogabe, existe uma explicação médica para as quedas em série.

– Isso é dado o nome técnico de pareidolia, que por algum motivo o cérebro é condicionado a reagir, conforme todos vão reagir. O cérebro precisa procurar imagens e quando as busca e vê todos caindo, ele também condiciona a pessoa, a fazê-lo.

Pessoas arrependidas

Na cidade de Araraquara (SP), Cecília Moura, evangélica há mais de trinta anos, participou durante quatro anos de cultos que adotavam o “cair no espírito”, mas percebeu que, durante as realizações dos cultos, algo estranho acontecia.

– A gente caia, ficava rindo, rolando no chão, mas aquilo me trouxe um questionamento em termos de resultado. O que aquilo trazia para a minha vida? Nada.

Desiludida, Cecília decidiu que era hora de abandonar o movimento.

– Há algo que tenho que fazer e há algo que eu tenho que fazer por mim. E com certeza não era caindo no chão e rindo que minha vida ia mudar.

Hoje, ela e o marido abominam tal prática e se diz curada das enganações impostas pelos pregadores.

Clemilda da Conceição também costumava cair na igreja. Ela buscava conforto depois de uma separação traumática. Ela buscava conforto na igreja, mas não entendia e nem gostava da sensação.

– Eu não conseguia entender, porque o que eu buscava não era cair. Eu buscava o Espírito Santo, eu buscava mudanças. Eu caí, mas nada mudou. Eu não tinha os dons do Espírito que a Bíblia fala que você tem que ter. E perceber isso, foi importante para me libertar.

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4ec05c96fc9bb21203e0f878&idCategory=61&embedded=true

Batistas e Maçonaria

Publicado: 1 de novembro de 2011 em Histórias da vida real, Seitas e Heresias

Batistas e  Maçonaria

Escrita em 24/01/09 às 7:37 por Ronald Loma
Já fui Batista, não entendo nada de maçonaria, mas sempre soube, desde pequeno, que havia uma “cobertura” maçônica sobre a Igreja Batista em seus primórdios. Minha mãe citava um certo Salomão Ginsburg que vejo citado no artigo abaixo:

Depois de um tempo (quase 50 anos) eu comecei a ficar um pouco mais esperto ou desperto e pela graça de Deus consegui sair da areia movediça e passei a enxergar algumas coisas interessantes.Uma delas é o fato de as Igrejas Batistas (no geral) crescerem como rabo de cavalo. Pra baixo.

Ou seja, elas, pelo menos aqui no meu estado, não acompanham nem o crescimento vegetativo da população em termos percentuais.

Percebia que havia alguma espécie de âncora na denominação que limitava o crescimento a números padrões para cada tipo ou tamanho de cidade.

Hoje isso anda meio mudado, pois as “coberturas” espirituais e as influências mudaram.

O texto abaixo fala da influência da Maçonaria na Denominação.

Batistas e Maçonaria 

A Maçonaria e o Cristianismo
Segunda-feira, 16 de outubro de 2006 – 08h40m

ESTATUTOS

Em 1723 foi publicado o primeiro estatuto da novel organização (A Grande Loja de Londres) conhecido mundialmente como “Constituições de Anderson”, por ter sido compilada e redigida pelo Rev. Presbiteriano James Anderson (1680-1739). Outros dizem ser as “Constituições” obra. de seu prefaciador, o Rev. Anglicano João Teófilo Desaguliers (1683 – 1744) de família huguenote francesa que emigrou para a Inglaterra após a revogação do Édito de Nantes.

INFLUËNCIA PROTESTANTE

É inegável que a Maçonaria Moderna foi organizada sob influencia protestante. Os redatores do primeiro Estatuto (Anderson e Desaguliers) por suas crenças, não poderiam deixar de introduzir princípios evangélicos na nova organização, principalmente devido ao fim a que ela se destinava. Provavelmente devido a tais princípios, a Maçonaria se desenvolveu muito nos países onde predominava a influencia protestante (Inglaterra. Alemanha e América do Norte), propagando-se depois para o resto do mundo.*

A MAÇONARIA E OS BATISTAS NO BRASIL

Os emigrados dos EUA que se estabeleceram em Santa Bárbara em São Paulo fundaram em 10/09/1871 a Igreja Batista em Santa Bárbara (4. pg. 230), a primeira Igreja Batista estabelecida em solo brasileiro (Pr. Richard Ratcliff), fundaram também em 1874 a Loja Maçônica “George Washington” (4, pg. 44), onde se encontravam cerca de oito batistas sendo que pelo menos cinco deles foram também fundadores da Primeira Igreja, entre eles estava o Pr. Robert Porter Thomas .

O Pr. Thomas foi interino por diversas oportunidades tanto na Primeira Igreja quanto na Igreja da Estação (2a), fundada em 02/11/1879 (Pr. Elias Hoton Quillin). O pastorado interino do Pr. Thomas nas duas Igrejas somou cerca de 25 anos de profícuo trabalho, sendo o que mais tempo pastoreou tais Igrejas.

Em 12/07/1880, a pedido da Igreja da Estação, foi formado um Concílio reunindo as duas Igrejas, para Recepção e Consagração ao Ministério do Irmão Antônio Teixeira de Albuquerque, tendo sido batizado pelo Pr. Thomas. Foi moderador do Concílio que se realizou no salão da Loja Maçônica, o Pr. Ouillin, conforme se descreve na carta subscrita pelo moderador e pelo secretário do Concílio (4, pg. 249 – tradução e pg. 407 fac-símile do original) ao Foreign Mission Board of fhe Soufhern Baptist Convention (Richmond, VA., U. S.A. ).

Destaco o fato curioso de que o Primeiro Pastor Batista Brasileiro, além de ter sido batizado por um Pastor que era Maçom foi ainda consagrado ao Ministério da Palavra no salão da Loja Maçônica.

É importante recordar que a Igreja em Santa Bárbara era uma igreja missionária. Foi ela que insistiu e conseguiu, que a “Junta de Richmond” nomeasse missionários para o Brasil, estabelecendo-se então em Sta. Bárbara a “Missão Batista no Brasil”. O primeiro missionário foi o Pr. Ouillin (1878), com sustento próprio. Seguiram-se, sustentados pela “Junta”: Bagby (1880), Taylor (1882), Soper (1885), Putheff (1885) e outros sendo que Bagby, Soper e Putheff foram pastores da Igreja em Sta. Bárbara, que tinha entre seus membros, um expressivo grupo de maçons

Em 1921, Salomão Luiz Ginsburg, Missionário da Junta de Missões Estrangeiras de Richmond, publicou o seu livro “Um Judeu Errante no Brasil “, sua autobiografia. Encontra-se em algumas partes de seu relato a descrição de sua condição de Maçom (5, pg. 82 e 83 ).**

Da imensa obra de Ginsburg desejo destacar poucos tópicos. Foi Ginsburg o editor do primeiro Cantor Cristão (16 hinos) em 1891 e na edição atual do referido Cantor ele aparece como Autor ou Tradutor de 102 hinos. Destaco ainda, conforme nos informa o Pr. Ebenezer Soares Ferreira (veja O Jornal Batista nº 30 de 24/07/94), Ginsburg foi o fundador, na cidade de São Fidélis no Estado do Rio de Janeiro, da Loja Maçônica Auxílio à Virtude (02/07/1894) e da “Egreja DE CHRISTO, CHAMADA BATISTA” (27/07/1894). que foi a primeira Igreja Batista em São Fidélis Segundo o mesmo autor (9, pg. 64), o primeiro Templo Batista construído no Brasil, foi o da Primeira Igreja Batista de Campos, edificado sob o pastorado de Salomão Ginsburg e com a colaboração financeira dos Maçons.

O Pastor José de Souza Marques, que foi Presidente da Convenção Batista Carioca e da Convenção Batista Brasileira, tendo em 1940, na Convenção da Bahia, organizado a Aliança dos Pastores Batistas Brasileiros, que mais tarde tomou o nome de Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, permanecendo em sua Presidência até 1962, cujo fruto todos conhecem, exerceu cargos importantes na administração maçônica, tendo sido inclusive presidente, por muito tempo, do Supremo Tribunal de Justiça Maçônica. Ainda hoje, a única foto existente no Salão do Conselho do Palácio Maçônico do Lavradio, é a do Pr. Souza Marques. No mesmo Palácio, a sala de Tribunal de Justiça tem o nome de José de Souza Marques. Foi também Membro Efetivo do Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito, encontrando-se em sua sede em exposição, um retrato pintado a óleo do Pastor Souza Marques.

Inúmeros outros Homens de Fé, verdadeiros cristãos, inclusive batistas de relevância na Denominação, têm sido maçons sem encontrar incompatibilidades entre a Fé Cristã e a prática Maçônica. ***

artigo completo e fonte aqui

http://www.lojaantoniojoao.com.br/not-view.php?not_id=5&PHPSESSID=129f607bb342fb744b51d97a7bb9db11
Cometário de um leitor do assunto no post:

Esse Doze, hoje, em termos numerológicos, é famoso na Cabala; na filosofia yin-yang; no ritual do Santo Daime; nas festas de Xangô; e no G-12…
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Irmão, não sei se vai ajudar – mas -, no simbolo oficial da maçonaria existe uma letra “G” até então um mistério mesmo para os maiores lideres da maçonaria, que divergem entre o significado real do “G” então eu fui ligando os fatos tanto ocultos como óbvios e as coisas cada vez mais vão ficando clara ao meu entendimento seja ele julgado por quem queira de carnal, natural ou espiritual.

É que esse negocio de batistas e a maçonaria.
Batista e o G-12.
Maçonaria e a letra G.
Ai logo acima eu tenho,
O 12 da numerologia.
O 12 da cabala.
O 12 de xango.
O 12 de uma tal filosofia yin-yang, até então por mim desconhecida.
Tudo como que num emaranhado sem fim não é mesmo?

E por fim o “G” e o “12” do G-12.

Tentaram ocultar mas tá tudo como que num emaranhado sujo, porém de transparência sem fim, não é mesmo?

Pesquisem mais e divirtam-se.

http://jaburucab.vilabol.uol.com.br/simbolismo.html.

http://cidademaconica.blogspot.com/2007/07/letra-g-na-maonaria.html.

http://balniresjunior.blogspot.com/2007/06/maonaria-e-os-evanglicos-no-brasil.html.

http://www.espada.eti.br/efesios5-11.asp.

http://www.thoughts.com/ladobgospel/blog/a-santa-maonaria-colombiana-g12-52490/.

Junho 16, 2011

O MUNDO NÃO AMA ESSE NOME: JESUS. QUER ESCARNECE-LO

Pastoras sapatão querem fazer evangelização na parada GAY 

Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para “evangelizar” os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
O casal passou por sessões de descarrego e
regressão por causa da orientação sexual (Foto:
Clara Velasco/G1)

Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”

Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”
Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
“Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.
Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.

FONTE: G1